
A Federação União Progressista decidiu, por unanimidade, apoiar o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (22) no segundo turno das eleições presidenciais. A decisão foi tomada após reunião da direção da federação e oficializa o posicionamento das duas siglas para a etapa final da disputa.
Em nota, a federação afirmou que a decisão considera as transformações pelas quais o Brasil e a economia global passaram nos últimos anos. Segundo o documento, o cenário atual exige maior velocidade na gestão pública, avanço tecnológico e redução da burocracia.
“O Brasil mudou, os desafios são outros e a economia global é movida por tecnologia, velocidade e desburocratização”, afirma a Federação União Progressista.
No comunicado, a federação também declarou que Flávio Bolsonaro reúne, na avaliação de seus dirigentes, características alinhadas à proposta de modernização da gestão pública, além de defender medidas que, segundo o grupo, podem contribuir para melhorar a vida da população, reorganizar a economia e promover maior equilíbrio entre as forças políticas.

A União Progressista afirmou ainda que seu posicionamento representa uma contraposição à continuidade de práticas políticas e propostas econômicas que considera ultrapassadas.
“Respeitamos a história, mas o compromisso da Federação União Progressista é com o futuro dos brasileiros e brasileiras”, diz o texto.
A federação também destacou que a escolha pelo candidato ocorreu com a intenção de marcar uma posição em favor de mudanças e de uma nova agenda política e econômica para o país.
“No dia 25 de outubro, optamos por caminhar em direção a um país melhor e apoiar o candidato Flávio Bolsonaro 22, que é quem representa o rompimento com velhos sistemas e com promessas do passado”, afirma a nota.
Ao final do comunicado, a Federação União Progressista reforçou a mensagem de que pretende concentrar sua atuação nas perspectivas futuras do país.
“Basta de olhar para trás. O Brasil tem pressa para avançar.”
A posição é assinada por Antônio Rueda, presidente do União Brasil, e Ciro Nogueira, presidente do Progressistas.