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Remédios ficarão mais caros em abril: reajuste pode chegar a 4,6%

Aumento anual pressiona orçamento e exige planejamento de quem depende de uso contínuo

Portal SRN
Por: Portal SRN
30/03/2026 às 07h45
Remédios ficarão mais caros em abril: reajuste pode chegar a 4,6%
Imagem: Reprodução

Os medicamentos vendidos no Brasil devem ficar mais caros a partir de 1º de abril, com reajuste estimado entre 1,9% e 4,6%, conforme parâmetros definidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. O aumento impacta diretamente consumidores que utilizam remédios com frequência.

A correção de preços ocorre anualmente e leva em conta fatores como inflação, custos de produção e nível de concorrência no mercado farmacêutico. Em geral, medicamentos com maior oferta tendem a ter aumentos menores, enquanto outros podem alcançar o teto autorizado.

Com a alta prevista, especialistas orientam que consumidores adotem medidas para reduzir o impacto no orçamento. Entre as principais estratégias estão a pesquisa de preços em diferentes farmácias e o acompanhamento de promoções e programas de desconto.

Outra alternativa é a avaliação, com orientação médica, do uso de medicamentos genéricos, que possuem eficácia comprovada e custo mais baixo. Também é possível recorrer a políticas públicas, como o Farmácia Popular e a distribuição gratuita de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde.

Apesar do aumento, profissionais de saúde alertam que a interrupção de tratamentos não deve ser considerada. A recomendação é buscar alternativas seguras e discutir opções com médicos ou farmacêuticos antes de qualquer mudança.

Medidas como compra planejada, escolha de embalagens com melhor custo-benefício e manutenção das receitas atualizadas também podem ajudar a minimizar os efeitos do reajuste ao longo do ano.

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