
Morreu o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, 86, após ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano. A informação foi confirmada pelo canal do Telegram da Irna (Agência de Notícias da República Islâmica) às 22h29 (horário de Brasília).
"O Líder Supremo da Revolução Islâmica do Irã foi martirizado", divulgou a Irna. "A Deus pertencemos e a Ele retornaremos", diz o texto. A morte do aiatolá também foi comunicada na rede de televisão.
Khamenei morreu no escritório onde trabalhava, segundo a mídia estatal iraniana, informou a Reuters. O líder supremo "estava cumprindo suas funções designadas e estava presente em seu local de trabalho" quando foi morto.

O governo iraniano decretou 40 dias de luto e sete dias de feriado nacional. Uma nota oficial declara que Khamenei representava um "modelo de fé, jihad e resistência", ressaltando que ele foi "martirizado após brutal ataque perpetrado pelo governo criminoso dos Estados Unidos e pelo regime sionista maligno [Israel]".
Governo iraniano destacou que Khamenei marcou um novo capítulo de governança na história do Islã. Para eles, o líder supremo foi responsável por liderar a nação islâmica contra a descrença, a tirania e a arrogância até o último momento de "sua vida abençoada e histórica".
