
O Bolsa Família interrompeu a tendência de queda de beneficiários registrada no 2º semestre de 2025 e inicia 2026 com alta de 132 mil famílias, no saldo geral do programa.
Em fevereiro, a iniciativa da transferência de renda fará 18,84 milhões de pagamentos –em um calendário que se estende até o dia 27. Em dezembro do ano passado, o programa atendia 18,71 milhões de famílias, no 2º menor patamar desde julho de 2022.
A iniciativa faz um pagamento médio de R$ 690,01 em fevereiro de 2026. Em janeiro, essa cifra foi de R$ 697,77, a 2ª maior da história. O valor base do programa é de R$ 600 por família, mas há adicionais para crianças e mulheres grávidas, por exemplo.
O Bolsa Família foi inflado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022, a poucos meses da eleição. Lula manteve o programa num alto patamar de famílias assistidas por mais de 2 anos. Começou a fazer cortes só em 2025.
No início de 2019, a iniciativa social atendia 13,8 milhões de famílias e fazia um pagamento médio de R$ 187,91.
O Bolsa Família consumirá R$ 13 bilhões do Orçamento da União em fevereiro. O maior gasto com o programa foi de R$ 15 bilhões, em junho de 2023.
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