
A sinalização de que o Congresso deve manter o veto do presidente Lula ao projeto que criava 18 novas vagas de deputados federais e preservava bancadas de estados que perderiam representação já começa a alterar o cenário político no Piauí.
Com 8 cadeiras na Câmara Federal e 24 na Assembleia Legislativa, dirigentes de pequenas legendas no campo governista ajustam suas estratégias para a disputa de 2026. Pelo menos três partidos já trabalham com a certeza de lançar chapas proporcionais tanto para a Câmara quanto para a Alepi.
A redução no número de vagas em disputa, aliada às regras da cláusula de desempenho, deve favorecer a migração de candidatos para partidos menores, onde a possibilidade de conquistar assentos pelas chamadas “sobras eleitorais” tende a ser maior.
Nos bastidores, a expectativa é de que esse movimento reorganize o tabuleiro político local, ampliando o protagonismo das siglas de menor porte no próximo pleito.
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