Polícia Federal

Polícia Federal prende empresários por fraude em benefícios do INSS

Os suspeitos falsificavam documentos para sacar benefícios das vítimas

20/11/2019 13h07
Por: Redação Portal SRN
Fonte: Portal Az
Delegado da Polícia Federal Carlos Alberto Nascimento( Foto: ascom PF)
Delegado da Polícia Federal Carlos Alberto Nascimento( Foto: ascom PF)

A Polícia Federal prendeu três empresários nesta quarta-feira (20), no município de Parnaíba, região Norte do Piauí. A prisão foi efetuada durante a Operação Senes deflagrada nesta quarta-feira para desarticular uma quadrilha especializada em fraudar benefícios do INSS.

A informação foi confirmada durante coletiva de imprensa concedida pelo delegado da Polícia Federal Carlos Alberto Nascimento, que ainda informou que os suspeitos falsificavam documentos para sacar benefícios das vítimas. 

Segundo as investigações, os prejuízos aos cofres públicos podem chegar a R$ 7,6 milhões. O inquérito que originou a Operação Senes foi instaurado no ano de 2018, diante da prisão em flagrante de uma integrante da quadrilha, e desde então tramita entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal em Parnaíba.

A Polícia Federal ainda informou que não divulga nomes e fotos dos envolvidos em investigações.

Os presos responderão pelos crimes de estelionato majorado, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação e formação de quadrilha, cujas penas podem chegar a 15 anos de reclusão.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Senes , na manhã desta quarta- feira (20),  com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em fraude previdenciária nos estados do Piauí, Maranhão e Brasília-DF.

Objetos apreendidos durante a operação (Foto: Ascom PF)

 

Estão sendo cumpridos, nos estados do Piauí e Goiás, três mandados de prisão preventiva e 09 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Parnaíba.

Participam da Operação 50 policiais federais dos estados do Piauí, Ceará, e do Distrito Federal, com apoio de servidores da CGINT e IBAMA.

Segundo o Núcleo de Inteligência da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária  e Trabalhista – CGINT, orgânica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que participou das investigações, o prejuízo efetivo já remonta a R$7,6 milhões de reais com o pagamento dos benefícios identificados, obtidos de forma indevida.

Contudo, com a deflagração desta operação, a economia gerada é de pelo menos R$ 13,6 milhões de reais, apenas considerados os benefícios previdenciários identificados e suspensos nessa primeira fase da investigação.

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