Com a tarifa de 25% prestes a entrar em vigor em 22 de julho e sem data marcada para uma nova rodada de conversas, ganha força um cenário que o governo já via como possível: o de que a negociação formal com os Estados Unidos só avance depois das eleições de outubro.
A avaliação do Palácio do Planalto é que Washington preferirá esperar a definição do cenário político brasileiro antes de decidir se retoma negociações de maior alcance. A percepção é de que um eventual novo governo poderia aceitar condições diferentes das rejeitadas pela atual gestão.