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Crítica & Crise

O “Inominável” com todo seu vulgarismo intelectual comete uma série de atrocidades.

24/04/2020 19h57 Atualizada há 4 meses
Por: Eugênio Brito Fonte: Por Eugênio Brito
Crítica & Crise

Desde o início da pandemia o Brasil tem vivenciado momentos difíceis nos mais diversos estados brasileiros, porém a condução de um momento como este requer decisões pensadas e que refletem consequências diretas em toda população. O “Inominável” com todo seu vulgarismo intelectual comete uma série de atrocidades na política do já fragilizado Brasil.

Como se não o bastasse nos revela hoje a sua incapacidade de se explicar diante dos últimos acontecimentos. Um descompasso notório, decisões precipitadas e comentários a altura de algo “Inominável”. Hoje precisamos conviver com a dura realidade de um chefe de estado que sem nenhum pudor ao seu país tenta desvirtuar em um discurso desorganizado e incoerente – chegando a ser burlesco por sinal –  o senso de opinião dos brasileiros.

O que transparece é que o Brasil foi lançado a própria sorte, mais “Apesar de Você” o país ainda continua lutando pelos direitos do povo. Seria pedir muito exercer o cargo ao qual foi eleito? Infelizmente parecemos está vivendo uma ordem inversa, onde quem contrariar “Vossa Excelência” experimentara o poder da “caneta que ainda funciona”, por quanto tempo? Isso é uma incógnita.

O povo necessita de um sujeito que os guie, conforte e passe a segurança e serenidade que se espera a quem ocupa importante cadeira.  Até quando teremos que lidar com decisões descomprometidas com o ideal do povo brasileiro? A capacidade de sobrevivência do povo tem demonstrando o quão forte nos tornamos, isso é a única certeza em meio a tantas incertezas.

Adotar como forma de governo política do “ping-pong” tem se demonstrado ineficiente – já era de se esperar – ao passo em que o país é afundado em uma crise política sem precedentes, demite-se ministros como um jogo barato de interesses que a cada dia ficam mais claros “não serve joga fora”, “desobedeceu joga fora”, será esse o encaminhamento mais coerente? Deve ter algo de errado, mais não são essas decisões que se espera de uma pessoa como “Vossa Excelência”. A sociedade assiste como um espetáculo em que a plateia ver tudo “bestializada”.

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