O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), assinou na 6ª feira (28.fev.2025) um ato para aumentar pelo 2º mês seguido a cota que os senadores têm para gastar com seus mandatos em viagens e propaganda, entre outras despesas. Com a medida, o limite médio mensal para cada senador será de R$ 46.402,62.
As regras foram publicadas na sexta-feira (28), na véspera do Carnaval, e começaram a valer 1 dia depois, em 1º de março de 2025.
A cota é bancada com dinheiro dos pagadores de impostos. É usada pelos políticos para gastos como alimentação, transporte, hospedagem, escritórios e serviços de consultoria e propaganda.
O Senado tem 81 senadores, 3 para cada uma das 27 unidades da Federação.
Os valores que cada senador pode gastar varia de Estado para Estado, por conta, principalmente, dos custos das passagens aéreas. O menor valor é para os eleitos pelo Distrito Federal (R$ 36.582,46). Já o maior é para os senadores do Amazonas (R$ 52.798,82), para cada 1 dos 3 representantes desse Estado.
Saiba quais os valores permitidos a cada senador, por Estado (clique nas colunas para ordenar por Estado, senadores e valor; para abrir em outra aba, clique aqui):
Em 2023, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) assinou um ato (leia a íntegra) para estabelecer aumentos para os 2 anos seguintes. Para 2024, foi de 6%. O limite médio mensal por senador passou para R$ 38.971,84.
Em 1º de fevereiro de 2025, o reajuste foi de 6,13% e o limite médio subiu para R$ 41.360,93.
Agora, 1 mês depois, com o ato de Alcolumbre, passará para R$ 46.402,62 mensais. Foi uma elevação de 12% de fevereiro para março.